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Serviços · apps

Web & Mobile Apps

Do pixel à base de dados: aplicações completas, não protótipos bonitos.

O serviço

Quando um negócio precisa de mais do que um site (reservas, áreas de cliente, operações no terreno, pagamentos in-app) precisa de uma aplicação. E uma aplicação a sério não é só o ecrã que o utilizador vê: é o backoffice que a gere, a API que a serve, a base de dados que a sustenta e as integrações que a ligam ao resto do negócio. Nós construímos o sistema completo.

Desenvolvemos para web e mobile com a mesma equipa que desenha, o que significa que a experiência de utilização não se perde na tradução entre o design e o código. Apps rápidas, intuitivas e prontas para qualquer dispositivo, publicadas na App Store e no Google Play quando o projeto o pede.

Antes de escrever a primeira linha, há uma pergunta que fazemos sempre e que poupa muito dinheiro a quem a leva a sério: isto precisa mesmo de ser uma app? Se os utilizadores só vão usar o serviço uma vez por mês, uma aplicação web que funciona no browser chega, custa menos e dispensa a aprovação das lojas. Uma app nativa justifica-se quando é preciso uso frequente, notificações, câmara, GPS ou funcionamento sem rede. Dizemos-lhe em que caso está, mesmo quando a resposta nos dá menos trabalho.

A Great Sports mostra até onde isto vai: reserva de campos de padel na app, pagamento na hora e um QR Code que abre fisicamente as portas dos campos: software a tocar no mundo real. A ReCURSO, da AAUM, põe os transportes académicos no bolso de milhares de estudantes, com compra de viagens, validação por QR Code e um software de gestão do lado da associação.

Em ambos os casos, o padrão é o mesmo: do lado do utilizador, simplicidade; do lado do negócio, controlo total. É essa a medida de uma boa aplicação.

Perguntas frequentes

web & mobile apps
Quanto custa uma aplicação?

É o serviço com maior amplitude de preços, porque uma app é sempre um sistema e não um ecrã. O que mais pesa é o backoffice, as integrações e o número de perfis de utilizador diferentes. Depois de percebermos o que a app tem de fazer, damos um valor fechado por fases, para que possa decidir onde parar.

Fazem para iOS e Android?

Sim, e normalmente com a mesma base de código, o que reduz custo e mantém as duas versões iguais. Quando o projeto exige desempenho ou funcionalidades específicas de um sistema, desenvolvemos nativo para esse caso.

Quanto tempo demora até estar nas lojas?

Uma primeira versão utilizável leva tipicamente 3 a 5 meses. A publicação em si demora dias, mas a revisão da Apple e da Google pode devolver o processo por pormenores de política; tratamos disso e contamos com essa margem no prazo.

Preciso de contas próprias nas lojas?

Sim, e é melhor assim: as contas de programador devem estar em nome da sua empresa, para que a app seja sua e não fique dependente de nós. Ajudamos a criá-las e tratamos de toda a publicação a partir daí.

E depois de lançada, há manutenção?

Há, e não é opcional. A Apple e a Google lançam versões novas dos sistemas todos os anos e uma app sem manutenção deixa de funcionar ou é retirada das lojas. O plano de manutenção cobre essas atualizações, correções e pequenas melhorias.

Os utilizadores conseguem usar sem internet?

Depende do que a app fizer. Conseguimos guardar dados no telemóvel e sincronizar quando a ligação volta, o que é essencial para equipas no terreno ou para bilhetes que têm de ser validados em sítios sem rede. É uma decisão a tomar no início, porque muda a arquitetura.

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