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IA & Automação

A inteligência artificial já trabalha para algumas empresas. A questão é se trabalha para a sua.

O serviço

A IA deixou de ser promessa para passar a ser ferramenta, mas entre a ferramenta e o resultado há um trabalho de engenharia que a maioria das empresas não tem como fazer sozinha. É esse trabalho que fazemos: pegar nos modelos de linguagem e de análise mais avançados e pô-los a resolver problemas concretos do seu negócio.

Construímos assistentes que respondem a clientes com o conhecimento real da sua empresa (catálogos, políticas, histórico) e não com respostas genéricas. Automatizamos processos que consomem horas de equipa: triagem de pedidos, classificação de documentos, produção de conteúdo, relatórios. E aplicamos análise de dados com IA para encontrar nos seus números os padrões que ninguém tem tempo de procurar.

Fazemo-lo com os pés no chão: começamos por identificar onde a IA paga o investimento, porque nem tudo o que é possível é útil, e medimos os resultados como medimos qualquer sistema que construímos. Sem magia, sem hype: engenharia aplicada, com dados da sua empresa e controlo total do que o sistema faz e diz.

A pergunta que nos fazem sempre é sobre os dados, e a resposta merece clareza: trabalhamos com fornecedores que não usam informação das empresas para treinar modelos, definimos exatamente que dados saem e quais nunca saem, e para casos sensíveis há a hipótese de correr modelos em infraestrutura própria. Confiar num sistema de IA começa por saber onde está a informação que ele lê.

Este site que está a ler é prova do que praticamos: o nosso blog é escrito em conjunto com agentes de IA, orquestrados por sistemas que nós próprios construímos. Usamos primeiro em nós aquilo que propomos aos clientes.

Perguntas frequentes

ia & automação
A IA vai substituir a minha equipa?

Nos projetos que fazemos, não: tira da frente o trabalho repetitivo para que as pessoas façam aquilo que só elas fazem. O caso típico é a triagem — a IA lê, classifica e prepara, e a decisão continua a ser de uma pessoa. Quem ganha mais com isto costumam ser equipas pequenas que andavam afogadas em tarefas mecânicas.

Os meus dados vão treinar modelos de terceiros?

Não. Usamos fornecedores com condições empresariais que excluem expressamente o uso dos dados para treino, e definimos consigo que informação é enviada e qual nunca sai da empresa. Quando o caso é sensível, corremos modelos em infraestrutura dedicada.

Por onde é que se começa?

Por um processo só, escolhido por dois critérios: consome muitas horas e as regras são claras. Responder a pedidos de orçamento, classificar documentos que chegam por e-mail, extrair dados de faturas. Põe-se a funcionar, mede-se o tempo poupado e só então se decide o passo seguinte.

E se a IA responder mal a um cliente?

É por isso que nenhum assistente que entregamos fica sem rede. Definimos limites claros sobre o que pode responder, ligamos o sistema apenas ao conhecimento real da empresa e programamos a passagem para uma pessoa quando a confiança é baixa ou o tema é sensível. Além disso, fica registo de todas as conversas para poder rever o que foi dito.

Isto faz sentido para uma empresa pequena?

Muitas vezes faz mais sentido do que para uma grande, porque numa equipa de cinco pessoas poupar dez horas por semana nota-se imediatamente. O que não faz sentido é comprar IA porque está na moda: se não conseguirmos identificar onde é que ela paga o investimento, dizemos que não vale a pena.

Quanto custa manter um assistente a funcionar?

Há duas parcelas: o desenvolvimento inicial e depois um custo mensal que junta o consumo dos modelos ao alojamento e manutenção. O consumo depende do volume de utilização e é previsível — estimamo-lo antes de começar e definimos limites para não haver surpresas na fatura.

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